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Opções de ações y despido


O funcionário pode cobrar as opções de ações em caso de despido improcedente.
Publicado em 28-09-2009, por Josem MЄ Lуpez Agъndez.
El Tribunal Supremo, que é a empresa, não pode denegar o pagamento das opções sobre ações, embora seja o próprio plano, exista uma cláusula que exija estar trabalhando na empresa para receberlas. Se unifica o critério de tribunais regionais.
Os operadores que se encontram fora da empresa com motivo de desativado podem solicitar a execução de um plano de opções sobre ações (opções de ações), inclusive embora em © se você está de acordo com a existência de uma cláusula que obriga a encontrarse de alta na empresa para poder ejercitarlo.
La Sala de la Social del Tribunal Supremo ha asentado (en sentença de 15-VII-2009, Rє 3.623 / 2008) este criterio despossense de estudiar e um recurso de casación para unificación de doctrina & # 65533; uma faculdade que tem este tribunal para fijar critérios de homogêneos en todo o ordenamento jurídico juridico español & # 65533 ;, si bien es cierto que en alguna ocasiñón ya habña apuntado esta solución en alguna sentencia y ahora, despues de varios aços, ha vuelto a decidir o fondo del asunto.
El Alto Tribunal ha estudado o caso de uma empresa que trabalha em uma empresa em 2006 com motivo de desregido improcedente. Al igual que o próximo, em 2007, quando você não trabalhou na empresa, a ex empregada solicitou o exercício de mil opções de ações que foram lançadas durante o período em que pertencem à empresa.
O motivo da consulta ao cabo do fogo que é a era do momento de ejercitarlas. Sin embargo, a empresa não está disponível e # 65533; en la medida en que já não é asalariada & # 65533; de la compañana.
El rechazo para cobrar as ações se se apoia em que o próprio reglamento do plano estabelecido pela empresa em que a empresa está envolvida na empresa que exige exigências e # 65533; o beneficiário, no que diz respeito às opções, deve de tener imperativamente a qualidade de trabajador e # 65533 ;.
A empregada ganha o pleito nas instâncias do primer amortecedor, tanto no juzgado de instância como no tribunal superior autonômico, mas a empresa retemetada em casação no Tribunal Supremo.
O Tribunal é superior à Catalão, de 23-XI-2001). O motivo é que o plano de acciones era diferente para cada ano, por isso que o fue posible ejercitar la de unos a yos no no de otros.
A sentencia do tribunal catalão apuntaba que é a possibilidade de cobrar as ações e # 65533; se trata de uma condiciуn mбs beneficiosa que deverre regirse por la vontade estabelecida por as partes, como é o prazo temporal para o exercício, limitando su ejercicio no sуlo por la situaciуn de practive en plantilla sino ademebs a su ejercicio tenga local en las fechas o términos establecidos & # 65533 ;.
Sin embargo, o Tribunal Supremo ha recarregado tal planteamento e se ha decantado por o direito ao trabalhador apesar de não se encontrar na planilha e no plano se establezcan clesulas limitativas.
Recogendo a doutrina para os casos em que o culpado do trabalhador se produz antes de começar o prazo dentro do que pode ser utilizado nas ações, o Supremo explica que & # 65533; desde a perspectiva do optante [trabalhador], o requisito subjetivo de permanencia na empresa ha de vincular com a vontade de fazê-lo e em modo algum o que é o que você quer saber sobre o que você está procurando por o trabalhador que não possui direito e a empresa prescrede improcedentemente de sus servicios & # 65533 ;.
En la misma lúnea, o Alto Tribunal profundiza en que & # 65533; o trabalhador que perdeu o exercício do direito de opiáceo, e estima-se conveniente, nas condições pactadas, uma vez vencido o tempo previsto para o caso nos aviões dos enunciados aсos & # 65533 ;.
Siguiendo estos razonamientos, the Tribunal Supremo declara o favor do trabalhador e do estabe lecimento que, por sua vez, equipar a situação da ex-advogada a favor das estipulações e das pactadas nas causas ajenas a la da voluntad del trabajador se is aire al titular o sus herederos ejercitar o direito, sin que a empresa possa neutralizar o contrato de compra e sinto por causa e # 65533 ;. La trabajadora receberé 23.970 euros, montante da execução das ações.
Una figura retributiva con amplia doctrina.
En estes dos ъltimos aсos el Tribunal Supremo ha ditado um buen nъmero de sentenças que bem podem constituir um relevante corpo doutrinal sobre a figura retributiva das opções de ações.
O motivo é o Supremo Estão estudando os casos em que está a chegar chegando agora, de vários atos de tramitação em instâncias inferiores, como juzgados de lo social ou tribunais superiores de justicia.
Uno de los exemplos recentes foi a sentença que apuntou com a redução do IRPF não pode depender da periodicidade com a que é a parte das opções sobre ações.
Em outra ditada, o Tribunal Supremo recupera o valor das opções de ações nos perdidos.
Comentários.
Puedo? Ejercitar mis derechos?
davot (Autor sin e-mail publico) 30 de setembro de 2009 a las 17:38 (aviso ao moderador)
Si se imprime a sentença, se os ditos que pretendem se esconder no documento em PDF.
Javier piensa na possibilidade de enviar os miemrcoles un burry fax solicitando ao banco a formação da hipoteca pela totalidade do 5 assoalho e o 50 por cento do 4.

Opções de ações y despido
& # 8212; & iquest; O trabajador tem uma cobertura de opções de ações anteriores ao despido improcedente? & # 8212;
Vamos trabalhar com os efeitos da extinção e oacute; n de la relaci & oacute; n laboral por despido improcedente tem sobre o exercício do direito de compra e de publicidade; sobre as ações da própria empresa, quando este direito de uso e oacute; n nace quando la relaci & oacute; n laboral ya no est & aacute; em vigor como consequência do desprezo improcedente.
Para determinar se tem direito ao exercício do direito de uso e ao trabalho, n, pese a no ser already trabajador de la empresa no momento de um exercício, exames prévios da natureza e da natureza, dica de esa figura, para en un segundo momento referirnos a Los efeitos en el despido improcedente.
Si bem, em un primer momento nossos Tribunales Superiores de Justiça discordam sobre a natureza salarial de las & laquo; opções de ações & raquo ;, actualmente se ha clarificado esa controvérsia pelo Tribunal Supremo, Sala de lo Social, quem concluiu a questão ganância econômica e financeira, a mica derivada do exercício do direito de voto e de ações, a natureza, a natureza, a aquisição e a divulgação de informações sobre a empresa, a natureza e a administração, Partida salarial em met & aaceute; lico reconducible a algum dos complementos salariales previstos na arte & iacute; culo 26 do Estatuto dos Trabalhadores (Sentencias de 24 & # 8212; IL J 2349 & # 8212; y 25 de octubre de 2001 e 4 de febrero & # 8212; IL J 266 & # 8212; y 11 de abril de 2002 & # 8212; IL J 973 & # 8212;)). En esa jurisprudencia se confiere naturaleza salarial a las & # 8220; opções de ações & # 8221 ;, al hallarnos ante partidas econ e oacute; micas com um marcado car & aacute; retributivo, convirti & eacute; ndose en un incentivo laboral otorgado por raz & oacute; n del trabajo en la Empresa, através do qual se trata de incrementar o compromisso do empregado com e e-mail; Sentença do Tribunal Supremo de 24 de outubro de 2001; IL J 2349 & # 8212 ;, 4 de febrero de 2002 & # 8212; IL J 266 & # 8212; y 3 de junio de 2008 & # 8212; IL J 626 & # 8212;)). Conceito retributivo novo que não ha sido previsto de modo expresso pelo legislador laboral, mas que resultados da noci & oacute; n positiva e negativa do salario da arte & iacute; culo 26, apartados 1 y 2 do Estatuto dos Trabalhadores. Por el contrario, las & laquo; stock options & raquo; s & iacute; foram construídas por o legislador fiscal, o que é um contrato de trabalho em espécie, estabelecido e em questão; ndose reducciones legales em el Impuesto sobre a Renda das Personas F & iacute; sicas, del 40 por ciento cuando el per & iacute; odo de generaci & oacute; n haya foi superior a dos a & ntilde; os (art & iacute; culos 17, 18.2, 43 y 48 de la Ley 35/2006, de 28 de novembro, y art & iacute; culo 11, apartados 3 y 4 del Real Decreto 439/2007, de 30 de marzo).
Determinada a natureza de salario de todas as opções e # 8221; Nossos conhecimentos e esse funcionário e um contrato direto sobre o direito de voto e oacute; n sobre ações, que você tem como requisito constitutivo, o de ser trabalhado tanto no lado de formalização e oacute; n del derecho como, e especialmente, en O Sentinela do Tribunal Supremo, Sala de lo Social, de 24 de outubro de 2001 e # 8212; IL J 2349 & # 8212; 4 de Fevereiro de 2002 & # 8212; IL J 266 & # 8212;).
Aun quando o funcionário não tem a disposição e oacute; o trabalhador no prazo em que se produz o exercício do direito de opci & oacute; n, por haber sido despedido com anterioridad, nosso Tribunal Supremo, supuestos ese derecho, sempre que não foi excluído o exercício de modo expresso para as bajas involuntárias (Sentencias de 24 & # 8212; IL J 2349 & # 8212; y 25 de outubro de 2001, y 4 de febrero & # 8212; IL J 266 & # 8212 ;, 11 de abril de 2002 & # 8212; IL J 973 & # 8212 ;, 15 de julho de 2009).
Invasores de teses involuntários do trabalho antes da exclusão de ejercicio do derepecente do opci & oacute; n, excluindo o crime expresamente o derecho de opci & oacute; o ante um despido improcedente, se establece no la sentencia de TS de 24 de novembro de 2001:
& laquo; La materializaci & oacute; n de la opci & oacute; n sobre ações, como obrigação & oacute; n sujeta a plazo, s & oacute; lo ser & aacute; possível en el momento em que se cumpre o t & eacute; rmino, pues ser & aacute; O titular do direito é o que está em um momento decida e exerça o no. O problema surge quando, como ocurre en este caso, o trabalhador não está a ser encontrado na empresa. Mas uma diferença com o que sucede com o voluntário ou o método desfeito, o improcedente admitido como por a empresa e praticado nos meses antes de que o trabalhador pudesse ejercitar este direito de opci & oacute; n, no puede constituir un hecho indiferente a estes Os efeitos e o valor de ser valorado como uma conduta unilateral da obrigação pela oferta de desenvolvimento e oacute; n para situarse em condições cujos contatos que se impulam, o no menos se trata de impedir, o exercício de direito, o lo que es lo mismo, produciendo un suceso & # 8212; el despido improcedente & # 8212; por iniciativa própria da empresa com o pedido de sinistros, as obrigações contra e iacute; das no momento do pedido e do ato; do contrato de compra e do outo; n. Por ello, ha de equipararse esa situaci & oacute; ná quantas outras práxis na poupança das pechas e as possibilidades da vontade do trabalhador, como o fallecimiento, a incapacidade e, em menor medida, a jubilaci & oacute; n, se permite o titular o sus herederos ejercitar o direito, deixando sempre em branco o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que você quer? La raz & oacute; n ha de hallarse em el hecho de que a empresa não pode unilateralmente neutralizar, deixar sin efeito, o contrato de operações e oacute; n v & aacute; lidamente suscrito sin una causa contractualmente l & iacute; cita, y, menos a y uauute; n, con causa reconhecidamente não ajustada a derecho, pois de esa forma infrinja-se, a arte e iacute; culo 1256 del C & oacute; digo Civil [. ] a quantidade de dinheiro e dinheiro, bem como a natureza e a segurança, e os bens de cuantificar a indenização e oacute; n por despido prevista en el art & iacute; culo 56.1.a) do Estatuto dos Trabalhadores. Pero individual aquellas que se inscreveram no patrimônio do trabalho por haber ejercited o momento em que a empresa anterior atuou na fraude de ley practicando o despido com a finalidad de impedir que o trabalhador exercitar a voz e oacute; n [. ] & raquo ;.

El Supremo define as opções de compra de ações como salário e obrigação a pagarlas em caso de despido.
O titular mantém o direito a as opções e a rescisão do contrato é improcedente.
El Tribunal Supremo acaba de emitir das sentenças que coincidem em calificar como salario as denominadas opções de ações (opções sobre ações), de nossos incentivos mais usados ​​pelas empresas em questão desde há alguns anos para fidelizar a um executivo. O efeito imediato é que, em caso de despido improcedente, o titular das opções tem direito a ellas, mesmo quando o vencimento sea posterior à rescisão do contrato. A segunda resposta é o valor das opções de ações ejercidas ha de computar os efeitos de calcular a indenização por despido.
MÁS INFORMACIÓN.
As publicações do portal jurídico Datadiar, foram muito esperadas entre os especialistas em Direito, porque é a primeira vez que o Supremo se pronuncia sobre as opções de estoque e os efeitos no terreno laboral. Este incentivo tornou-se de moda em torno dos anos, depois de que o presidente da Telefónica, Juan Villalonga, premiaba a sus ejecutivos com este sistema.
Entonces se manejaron cifras multimillonarias, e a Villalonga le costó el puesto; pero, desde antes incluso, as opções sobre ações funcionam em todas as grandes empresas. Aunque hay varios tipos, en general consisten en which the company of the client in the process of the unit of the actions to the precio ventajous en en plazo concreto. O objetivo é fidelizar o pessoal mais qualificado para evitar que se vaya a la competencia.
Al tratar de um sistema retributivo novo na Espanha, tem tido em mente as dudas sobre a consideração de um trabalho efetivo. As principais opções de ações podem ser catalogadas ou não como parte do salario. La Sala de la Social del Tribunal Supremo dice que está em sus sentencias, une en ellas de ellas con Vito en contra de uno de los magistrados.
Los pronunciamentos do Supremo respondem aos casos de funcionários de diferentes empresas que foram despedidos sendo titulares de envios planos de opções sobre ações. Os dois países foram declarados improcedentes e afetados. Reconheçam as suas próprias empresas ao direito de exercitar o plano de opções e a quantidade de correspondência. En un caso, se trataba de 978.985 pesetas, mais um 10% de interesse de demora e outro, 3.628.246 pesetas.
En una de las sentencias, el Supremo argumenta que 'a vinculação entre a atividade do empregado, a empresa e a obtenção de um lucro económico valorável derivado do exercício da opção, se mostra assim evidente e configure o conceito legal de salario , seja bem-vindo a uma causa como a consequente da atividade laboral desenvolvida '.
Fuera de la empresa.
Você tem direito a exercer a opção embora você não está na empresa? El Supremo se pronuncia también en sentido positivo, con la condición de que se trate de un despido improcedente. As sentenças consideram que de impedir o exercício das opções, a empresa incumpliría o contrato e a infração do artigo 1.256 do Código Civil. A situação de despido improcedente se equipara assim a las de fallecimento, jubilación ou incapacidade de manter o direito sobre as opções, ainda está fora da empresa.
¿O valor da opção deve tenerse em conta para calcular a indenização por despido? El Supremo tampoco deja lugar a dudas ao respecto: 'As quantidades que podes obter o pedido como resultado do exercício em tempo real das opções sobre ações suscritas tendrían natureza salarial e serenamente valiosas a efectos de cuantificar a indemnização por despido'. Quedarían fora as que estão pendentes de tremor tras el despido. O que é o que é o que é o que você quer?
O Supremo considera quais as opções son salario 'en metálico' y no 'en especie', o que pode ter incidencia em su valoración fiscal. As ordens não entrantes neste terreno e tampoco analizan e as opções podem considerar-se irregulares. Os peritos consultados por você e a empresa sem necessidade de realizar a retenção de conformidade quando se ejercite a opção.
* Este artigo apareció em edição impressa do Sábado, 1 de Dezembro de 2001.
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Opções de ações y despido
Aspectos laborais das opções de ações: pontos cr & iacute; ticos.
El an & aacute; lisis jur & iacute; dico de las opciones sobre ações parte da inexistência de uma regulação e oacute; n legal specifics & in the Relaci & oacute; n con sistemas de retribuição e oacute; n de funcionários vinculados a su participaci & oacute; n en el capital social de la Empresa. Esta é a ausência de regulação e oacute; n atributo legal a relevância decisiva tanto aos aviões de stock options como as sociedades plasman su regulaci & oacute; n como al enjuiciamento de tribunais e interpretação e oacute; n de la doctrina.
Sin perjuicio de que os pronunciamentos dos tribunais remitem, necesariamente, al estudio individualizado de cada plano de stock options, s & iacute; Existe consenso na jurisprudência 1 e a melhor doutrina, em que as opções de ações como configurador como um direito de forma onerosa o gratuito, confira a empresa no funcionário para que você seja informado, e em um prazo determinado, pode adquirir ações da própria empresa e empresa ; & iacute; ao de outra vinculada, estableci & eacute; ndose para ello a preço.
1 Sentença da Sala de Justiça do Tribunal Supremo de 24 de outubro de 2001.
Cada plano de opções sobre ações contém palavras-chave de suspensão. Em todos os casos, existem três conceitos elementais para compreender o funcionamento de um plano de opções de ações e aacute; ndar:
Maduraci & oacute; n de las acciones (& laquo; período de aquisição e raquo;). Consiste em el período de tempo que é o participante do plano de estoque opções de teste para as poderosas opções sobre ações, por ya maduras.
La maduraci & oacute; n de las opções sobre ações var & iacute; um seg & uacute; n cada plan. Planos existentes a tres a & ntilde; o vista que determinam um período de validade e uma grande quantidade de ações em conjunto com outros planos estabelecidos madurações parciais: continuando com o exemplo anterior, um terço de opções sobre ações e um pouco; Finalizar o primeiro plano e o plano do plano, o segundo terço de ações ao completar o segundo plano e o plano do plano e o financiamento e o investimento no terceiro período desde a concessão e ao investimento; inicial do plano de stock optionstres a & ntilde; os antes.
Ejercicio de as opções sobre ações (preço de exercício e prazo de exercício). Uma vez transcurrido o período de maduraci e oacute; n de las ações, & eacute; stas quedan liberadas para que o funcionário ejerza su derecho de opci & oacute; n sobre as próprias ações. Como & iacute ;, el participante podr & aacute; adquirir a acci e oacute; n correspondente ao preço de exercício ajustado no plano de opções de estoque no prazo estimado no plano.
En t e eacute; rminos generales, o preço de exercício é freqüentemente o valor da ação e oacute; n em bolsa e oacute; a que se otorga o direito, permitindo que, após o vencimiento do período de maduraci & oacute; n de la opci & oacute; n (vesting ) y una vez ejercitada, o trabalhador pode percibir alternativamente:
O bien le importe economico e oacute; mico consistente na diferencia entre o preço da acci & oacute; n no mercado no momento da aquisição e oacute; n del derecho (uma vez transcurrida a maduraci & oacute; n de la opci & oacute; n) e o preço de exercício do direito no plano;
O bien, as ações são avaliadas no preço de exercício ajustado em cada plano no momento do otorgamento do direito. En ese caso, o empleado ser & aacute; Libre de vender dichas acciones no mercado y recibir a cambio el valor that tengan dichos t & iacute; tulos en ese momento.
Ganancia derivada da venda da açaí e oacute; n adquirida. Evidentemente, um prefeito cotizaci & oacute; n de la acci & oacute; n mayor servidor & aacute; la ganancia puesto que, consecuentemente, o prefeito resultar & aacute; a diferença entre o preço de exercício ajustado pelo plano (e por o qual é adquirido e oacute; a acci & oacute; n exercitando su opci & oacute; n) e o preço por o qual é o logro de logro comercial e oacute; n 2.
2 Por ejemplo, si sto accionis tienen fijado un precio de ejercicio de 20 euros por acci & oacute; n en el plan, cuando el empleado est & eacute; habilitado a ejercitar sus opções sobre ações podr & aacute; comprar (as) comprar o preco de ejercicio fijado, ou seja, 20 euros por acci & oacute; n. Independentemente de cuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaae 20 euros por acci & oacute; n.
Aparelhos de entrega de opções sobre ações, existem outros instrumentos retributivos similares (p. Ej., Ações fantasmas, unidades de estoque restritas, etc.). A variável salarial variável ao comportamento da acion e oacute; n no mercado da empresa empregadora (ou uma empresa de su (s) empresa (s) de trabalho grupo de empresas).
El silogismo es sencillo: o mestre e o acionista, o melhor contributo para o trabalho, otimizar a postura e oacute; n da empresa (Multas e ações, rminos de su valor no mercado burs & aacute; til), m & aacute; s retribuci & oacute; n v & iacute; um stock optionsrecibir & aacute ;.
2. Elemento estrangeiro de planos de opções sobre ações.
La sociedad matriz de un conglomerado international de empresas suele é a empresa que figura como parte dos planos de opções sobre acciones. É direto, é o valor que as ações de sociedade matriz estrangeira no mercado Burs & aacute; til correspondiente (p. Ej., Nueva York, Londres o & Aacute; msterdam) o que se toma de referência para o instrumento de opções sobre ações .
La compa & ntilde; & iacute; a cabecera do grupo empresarial denominado "Un & uacute; nico plan de opções sobre ações que pretende o mar aplicável em todas as jurisdições em que são sociedades dependentes operan e a cuyos diretivos oferecendo.
Esta realidade suscita questões jurídicas e jurídicas de gran inter e eacute; s. Es frecuente that in the planes of opciones on acciones remitan a the arbitre extraneros for dilucidar las discrepancias en su interpretación & aacute; no aplicaci & oacute; ny / o sometan al derecho local extranjero (siguiendo con el ejemplo, al derecho sustantivo de Nueva York, de Reino Unido o de los Pa & iacute; ses Bajos) a todos os conflitos em relaci & oacute; n con dichos aviões.
2.1. Inaplicabilidad de las cl & aacute; usulas de sometimiento a tribunal extranjero.
Os tribunais espa nais e os trabalhadores têm a oportunidade de analizar a concorrência em relaçâo e oacute; n con aviões de opções sobre ações sometidos a tribunais extranjeros 3.
3 El art & iacute; culo 22.1 de la Ley Org. & Aacute; nica 6/1985, de 1 de julho, del Poder Judicial (en adelante, la & laquo; LOPJ & raquo;) determina que & laquo; Los Juzgados y Tribunales espa ñn; ntilde; oles conocer & aacute; n de los Os juicios que se susciten no território espaçador e estrangeiros, e os contratos, os contratos, os contratos e os contratos com os estabelecimentos estabelecidos na presente nota e nos tratados e convenios internacionais na língua espanhola; a mar parte & raquo ;.
Quiz & aacute; mar da sentença do Tribunal Superior de Justiça de Catalunha, Sala de lo Social, de 19 de setembro de 2008, uma das principais normas e rigor de rigor. El Tribunal Superior de Justiça de Catalão e um Resolvi & oacute; uma demanda de um diretório direto e uma aplicação de um diretório direto e uma aplicação de um diretório direto e uma aplicação de um diretório direto, A sentença não menciona e o plano de opções de ações preconceitadas e uma quantificação; a expressão e os tribunais franceses 4.
4 Incluso ante cl & aacute; usulas de sumisi & oacute; n expresa a tribunales extranjeros, ninguno de los pronunciamentos revisados ​​declara a incompetência judicial de los tribunais espa nais e estrangeiros (concretamente, do orden social) neste tipo de supuestos.
Se você puder ao trabalhador exigir no foro em que é uma das sociedades exigidas, por favor, no domicílio e no acervo; no lo previsto por convenção de Bruselas relativo à competência judiciária e à execução e às decisões; n de resoluções judiciais em matéria civil e mercantil, modificado mais conveniente para os convenios de adesão e oacute; n de novos Estados membros e convencionais e segmentos; n lo regulado pelo Regulamento (CE) n & uacute; m. 44/2001, del Consejo, de 22 de dezembro de 2000 (2012) e no prazo de validade de 12 de dezembro de 2012. 5. Esta circunstancia, unida a que en el caso, um prestado habitualmente sus servicios en Espa., A, permitiu; oacute; concluir o Tribunal Superior de Justiça de Catalunha e os Estados Unidos e os Estados Unidos da América.
5 El Reglamento (UE) n & ordm ;. 1215/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho de 12 de Dezembro de 2012 relativo à competência judiciária, do reconhecimento e da execução e das decisões judiciais em matéria civil e mercantil. Inclusão no suplemento de uma série de programas (sem ser direcionado ao demandante) que incluiu o plano de opções sobre ações no est & eacute; A empresa, a empresa e a empresa, a empresa e a empresa, a empresa e a indústria e a informática, podem ser consultadas e solicitadas, e podem ser consultadas por usuários e por conta de empresas e fornecedores. ; o trabalhador e o trabalho habitualmente são trabalho e raquo ;.
No obstante, o requinte expresso a jurisdições extranjeras que habitualmente figura nos planos de opções de ações, o carro e o ativo, o direito e o trabalho, o investimento e o investimento em direito internacional, um escolher o foro.
Lo que en la pr & aacute; ctica supone que la controversia se diluente ante os tribunais espa nus, oles, en tanto que Espa & ntilde; a es geralmente o lugar em que é o empregado est & aacute; domiciliado e do estado membro em que presta services 6. Este elemento concurre no prefeito & iacute; a das épocas que a filial correspondente, e empregador do demandante, s & iacute; que est & aacute; domiciliada en Espa. n.
6 El art & iacute 2.1. The LOPJ establece that & laquo; en el orden of social, the Juzgados y Tribunales espa & ntilde; oles ser & aacute; n competente: (i) En materia de derechos y obligaciones derivados de contrato de trabalho, cuando los servicios se hayan prestado en Espaço e Exportação, assinado em território espanhol; quando o demandado possui um domicílio no território e uma agência, sucursal, delegaci & oacute; n o any other representaci & oacute; n en Espa & ntilde; a; quando o trabalhador e o empresário tem a nacionalidade española, ola, o que é o lugar do prestaci & oacute; n de serviços ou de celebração; o del contrato; e, adem & aacute; s, en caso de contrato de embarque, e o contrato foi precedido da oferta recebida em Espa & ntilde; a por trabajador espa & ntilde; ol & raquo ;.
2.2. Cl & aacute; usulas de sometimiento a ley extranjera.
Admitida a competência judiciária de tribunais e as agências de ordenação social, alguma controvérsia m & aacute; s surge, a la vista de los pronunciamentos de nossos tribunais, en relaci & oacute; n con el derecho sustantivo a aplicar para dilucidar los litigios cirurgicos en relaci & oacute; n com os direitos derivados de um plano de opções de ações sometidos expresamente a ley extranjera.
A pronunciação de referência na matéria é a sentença do Tribunal Supremo, Sala de lo Social, de 26 de janeiro de 2006 & mdash; & laquo; caso Microsoft & raquo; & mdash ;, que analiz & oacute; Un supuesto para o que exige a firma & oacute; & laquo; o documento de aceptaci & oacute; n de the adjudicación & theacute; n de opciones sobre acciones de Microsoft Corporation de 1.800 opções de cálculo de um exercício que exprimem expresamente no documento & ndash; que o eercercício deste processo se parece com o de Washington (EEUU) Por ser o lugar em que se encontra a sede da Microsoft Corporation & raquo ;.
Sin perjuicio da ressonância e da agência; n expresa a substantiva da lei, o Tribunal Supremo opt & oacute; por apply the derby positive espa & ntilde; y y the el state of Washington (EEUU) porque o principio geral da liberdade de eleição e contratação dos contratantes da ley aplicable reconstituído pelo Convenio de Roma 7 encuentra la limitaçao & oacute; n (ie, Espaço & ntilde; a) & laquo; quando todos os elementos da rede e oacute; n est & eacute; n localizados no momento de esta opção e oacute; n en un solo pa & iacute; s & raquo; (ie , Espa., A).
7 Reglamento (CE) n & ordm ;. 593/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho de 17 de junho de 2008 sobre a lei aplicável às obrigações contratuais (Roma I).
Em referência à la relaci & oacute; n laboral, o Tribunal Supremo concluye que, seg e uacute; n o Convênio de Roma & laquo; la elecci & oacute; n por partes de la Ley aplicável no podr & aacute; Tenha por resultado privar o trabalhador da proteção e oacute; n que le proporcionam as disposições imperativas da Lei e da aplicação; uma aplicação de falta de eleição e oacute; n & raquo ;.
No obstante, esta sentença do Tribunal Supremo, existem outros prontuários que são especialmente significativos porque, ante outros supostos, são bem-vindos, o que é bem-sucedido que a lei aplicável era a lei estrangeira o bem alcançado o convencimento de que a lei aplicável é a espa o nla ola pero a trav & eacute; s de raciocínios distintos aos utilizados pelo Tribunal Supremo.
2.2.1. Eficácia de las cl & aacute; usulas de sometimiento a ley extranjera.
O paradigma e o ato da aeronave e o ato de aplicação e oacute; n de normativa estrangeira em matéria de estoque optionsprobablemente mar o caso Bouygues, en la que se alcanza a conclusão e oacute; n do que o direito sustantivo franc e eacute; s es the rige el plan de stock opções.
O Tribunal Superior de Justiça de Catalunha e a Diretoria de Polícia Aplicada ao Direito e à Contenção da Convenção e as Contas com as previsões do art. E o Cálculo 10.6 do C e oacute; digo Civil 8 e o verso anterior e oacute; n del Convenio Roma, hoje transladada à arte e ao iacute; culo 3 del Reglamento Roma I 9.
8 El art & iacute; culo 10.6 del Real Decreto de 24 de julho de 1889 por publica o C & oacute; digo Civil (en adelante, el & laquo; C & oacute; digo Civil & raquo;) establece que & laquo; As obrigações derivadas do contrato de trabalho, em defecto de sometimiento expresso de partes e perdas no âmbito do setor 1 do art & iacute; culo 8, les ser & aacute; da aplicação e da atitude do lugar onde se prescreva os serviços & raquo ;.
9 El art & iacute; culo 3.1 del Reglamento (CE) n & ordm ;. 593/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho de 17 de junho de 2008 sobre a lei aplicável às obrigações contratuais (sentenças e devoluções) Regulamento Roma I & raquo;) determina que & laquo; El contrato se regir & aacute; por la ley exigida por las partes & raquo ;.
Entre outras questões, valora este relevante pronunciamento que (i) as comunicações do Presidente do grupo Bouygues al ator relacionadas com o plano de estoque optionsfueron remitidas da França, onde tem su sede social a empresa de cabos do grupo, (ii) que tais comunicaciones são escritas Em inglês e em inglês, (a la se se acompa & ntilde; a traducci & oacute; n al castellano) y (iii) que en engenharia eletrônica, é uma referência na arte e no culto 163 bis C del & laquo; Código Geral de Imposto & Cálculo; General de Imposições e artigos em inglês e no campo e no campo de trabalho e raça (C & oacute; digo de Trabajo franc e eacute; s).
Este conjunto de evidências permite concluir que & laquo; a vontade de quem realiza unilateralmente a oferta de opções de ações na lei marítima ea legislação;
O Tribunal Superior de Justiça de Catalunya e a Ação Internacional de Reclamações e Queixas; quem aceitou a oferta [empregado] sin salvedad; tambem e aceitando a aplicação e a aplicação da nação da norma e do mercado; o grupo empresarial e o ato; O objetivo é a solução e o ato, bem como o desenvolvimento e a solução do conhecimento e o desenvolvimento, e a experiência e o desenvolvimento; ; culo 1255 y concordantes do C & oacute; digo Civil.
El auto del Tribunal Supremo de 8 de setembro de 2009 inadmiti & oacute; o recurso de casação e oacute; n para a unificaci & oacute; n de doctrina interpuesto pelo trabalhador, declarando a firmeza da sentença do Tribunal Superior de Justiça de Catalunha e do Instituto de Compras de Bouygues.
Para garantir a segurança do Tribunal Superior da Justiça de Madri, de 12 a 30 de maio de 2008, o caso Steria & raquo ;, que declaran a nulidad de la sentencia a instancia por que o juzgador é um quoneg & oacute; a prática e a ação de um meio de julgamento destinado a evidenciar o direito aplicável a um plano de opções sobre ações era o direito sustantivo franc e eutute; s.
Enially, as sociedades aportating on the autos dict dict & aacute; menes elaborados by sendos jurisconsults of nacionalidad hídrica to believe the content of the standard extranjera and the interpretación & oacute; n que, seg & ucute; ellos, corresponder hacer (& laquo; affid & aacute; vit & raquo; ).
Concluye o Tribunal Superior de Justiça de Madrid que, por muito que finalmente o juzgador a quoalcance el convencimiento jur & iacute; dico de que a lei aplicável resulte a espa / ntilde; ola, & laquo; no cabe duda de que tal meio de prova re e uacute; ne los presupuestos necessários para a admissão & oacute; n, m & aacute; xime quando el critério do iudex a quo [juzgador de origen] sobre esta cuesti & oacute; n pode no ser compartido por el Tribunal de encargado de revisão e decisão; n (& hellip;), que quedar & iacute; a privado da possibilidade de conhecer o direito do estrangeiro que é uma das partes em litigio entiende aplicable, colocando este modo ao proponente da prova em uma situação e oacute; n de aut & eacute; ntica indefensi & oacute; n & raquo ;.
2.2.2. Inaplicabilidade do meio de uma lei estrangeira.
A sentença da Sala de reunião do Tribunal Superior de Justiça da Comunidade Valenciana, de 16 de maio de 2005 - a revista é um dos melhores que já se encontram disponíveis, mas é realmente única porque, não há nenhuma novidade que prima a aplicação & oacute n una l l l l l l l l l resolver resolver resolver resolver resolver resolver resolver,,,,,,,,,,,, No momento em que a empresa não satisfaça a obrigação e oacute; n de probar a lei estrangeira, conforme a arte e o artigo 282 da Ley 1/2000, de 7 de janeiro, de Enjuiciamento Civil (en adelante, & laquo; LEC & raquo;) 10.
10 El art & iacute; culo 281 de la LEC determinação do próximo: & laquo; Tambi & eacute; n ser & aacute; n objeto de teste a roupa e o direito estrange. La prueba de costume no ser & aacute; necessário e as partes são conformes en su existencia e conteúdo e as normas não afectasen al orden p & uacute; blico. El derecho extranjero deber & aacute; Ser probado em lo que respecta a su conteúdo y vigencia, pudiendo valer o tribunal de cuantos meios de averiguaci & oacute; n considera necessário para a aplicação e oacute; n & raquo ;.
En el mismo sentido se pronunciam as sentenças da Sala Primera do Tribunal Supremo de 10 de junho de 2005 e de 4 de julho de 2006 e a sentença da Sala de Justiça do Tribunal Supremo de 4 de novembro de 2004.
O caso de Hasbro e o caso Microsoft (posterior) alcança uma conclusão & oacute; n semelhante pero a trav & eacute; s de razonamientos diferentes.
Pues bien, a sentencia do caso Hasbro concluy & oacute; que, a vista da ausência de prova praticada pela empresa em relaçâo e oacute; n con la ley de Rhode Island (EUA), a la que se somet & iacute; a plan de opções sobre ações controvertidas, procede & iacute; a aplicar la & laquo; Lex fori & raquo; (es decir, la legislaci & oacute; n laboral espa & ntilde; ola), en atenci & oacute; na la doctrina prevista na Sentencia do Tribunal Supremo Sala de lo Social de 4 de Novembro de 2004, seg & uacute; n la antecipação da ausência del derecho extrovertido no proces so desimprimir a demanda, o que é m respetuoso com a arte & iate 24 de la Constituci & oacute; n español & ntilde; ola (tutela judicial efectiva), entrar um conocer del fondo pero aplicando supletoriamente la legislación & oacute; n espa & ntilde; ola .
Outro argumento utilizado em ocasiões por os tribunais espaciais e por conta de outrem, por exemplo, no âmbito do plano de ações ordinárias e por conta de outrem, se integran na área e trabalhe no trabalho do empregador e do filho e trabalhe no contrato de trabalho e raquo; sujeito a la ley laboral espa & ntilde; ola.
Por exemplo, pelo Tribunal Superior de Justiça de Madrid, Sala de Assuntos Sociais, em sentença de 20 de dezembro de 2005 e caso, Hewlett Packard & raquo; & mdash; concluy & oacute; that the consecuencia indivisible de dicha integrati & oacute; n en el contrato de trabajo es que as opcoes sobre accesorias regemse pelas mismas normas para o que e rige o contrato de trabalho, independentemente do plano de stock optionsse sujetase a ley sustantiva extranjera 11 .
A Sentencia do Tribunal Superior de Justiça de Madrid no caso Hewlett Packard reconheceu o seguinte texto literal, muito ilustrativo:
& laquo; Si bem é certo que efetivamente o ator suscribi & oacute; Os documentos de aceptaci & oacute; n de la adjudicaci & oacute; n de opciones sobre ações da Packard Company (& hellip;), y que (& hellip;) se estableci & oacute; que o plano e todas as decisões e atuações adota um tenor do mesmo, estar & iacute; um regulado por a legislação e oacute; n do Estado de Califórnia e se interpretar & iacute; an en consequente, y bem O que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que você quer dizer, o benefício dos agentes das ações que têm obtenido ao ator, que mostram uma naturaleza salarial e que, por um lado, são inerentes ao contrato de trabalho e, inclusive, no mismo, os filhos são aplicáveis ​​às normas para as quais eles são importantes. e do aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa lusivamente, es aplicable la de aqu & acute; l que se determine, neste caso, cuesti & oacute; n pac & iacute; fica, la normativa espa & ntilde; ola y, por tanto & eacute; sta legislaci & oacute; n es la que ha de aplicarse a cualquier cantidad percibida por O ator como resultado do contrato de trabalho e, como tal, a los ingresos derivados de opções sobre ações (& hellip;) & raquo;
3. Nature salarial and c & oacute; mputo en el salario regulador da indenização e oacute; n por despido.
3.1. Naturaleza salarial.
Es pac & iacute; a la doutrina do Tribunal Supremo (Sala de lo Social) 12 en relaci & oacute; na la naturaleza salarial de uma das mais potentes utilidades das opções de ações. Os pronósticos judiciais que estabelecem as opções de compra de ações podem poder derivar das ventajas o utilidades distintas:
12 Por todas, sentenças do Tribunal Supremo de 3 de junho de 2008, de 26 de janeiro de 2006 e de 1 de outubro de 2002.
A primeira utilidade, que é o que cabe considerar o salario e a sua conta no mercado e no mercado, no mercado, na área financeira e na contabilidade, no mercado e no mercado, no mercado de aquisição e notação; do exercício do direito e do raciocínio; no plano do momento em que se oferece o plano de opções sobre ações. La cuantificaci & oacute; n de esta primera utilidad s & iacute; pode resultar inclusa, por tanto, no processo e no fundo; lculo de indenização e oacute; n de despido.
A segunda utilidade (& laquo; patrimonial & raquo ;, seg & uacute; n alg & uacute; n pronunciamiento) 13 consistente na venda de ações com aquisição e oacute; na Internet, no mercado e na publicidade, na Internet, na Internet, na Internet e no mercado.
13 Sentencia del Tribunal Superior de Justiça de Madrid (Sala de lo Social) de 15 de dezembro de 2014.
Centrándonos en la primera de las utilidades mencionadas de las opciones sobre acciones, cabe señalar que para determinar la naturaleza salarial no es obstáculo que las opciones suscritas tengan por objeto las acciones de una sociedad matriz extranjera distinta de la entidad empleadora local (la filial española), que es jurídicamente la entidad empleadora.
De conformidad con la jurisprudencia más consolidada, lo relevante para determinar la naturaleza salarial de la percepción económica es el beneficio atribuido al trabajador, y «no la titularidad inicial de los bienes o ventajas asignados» 14 .
14 Sentencia del Tribunal Supremo, Sala de lo Social, de 26 de enero de 2006 .
3.2 . Cómputo de las stock options en el salario regulador de la indemnización por despido tras su periodo de maduración.
Lo habitual es que los planes de opciones sobre acciones sean planes plurianuales (p. ej., tres años), circunstancia que encaja mejor con la filosofía de retener y mantener motivado al beneficiario a medio o largo plazo de manera que su rendimiento personal redunde en beneficio de la sociedad.
Estos planes plurianuales de stock optionsgeneran la duda de qué parte computar en el salario regulador de la indemnización por despido, que, como es conocido, toma en cuenta el salario bruto anual total de los doce meses anteriores a la fecha de la extinción contractual.
La ausencia de regulación expresa en relación con los planes de stock optionsha provocado que exista una discusión doctrinal y jurisprudencial acerca de la manera de cuantificar los beneficios derivados de la participación en este tipo de programas retributivos a efectos del cálculo de la indemnización por despido.
Por regla general, los beneficios derivados de estos planes plurianuales suelen ser pagaderos al final del periodo establecido (p. ej., al final del tercer año). Sin embargo, estas cantidades retribuyen la actividad profesional durante la totalidad del periodo de maduración plurianual de las stock optionsy no únicamente el desempeño del último ejercicio.
La sentencia de la Sala de lo Social del Tribunal Supremo, de 3 de junio de 2008 es el pronunciamiento de referencia y, hasta la fecha único del Tribunal Supremo, en esta materia. El núcleo de la decisión de esta sentencia incluyó el análisis de cómo debe computarse el beneficio derivado del ejercicio por parte de un empleado de unas opciones sobre acciones a efectos del cálculo de la indemnización por despido. La conclusión es que, a efectos del cálculo de la indemnización por despido, debe tenerse en cuenta tan sólo la parte de beneficio prorrateado correspondiente a los 12 meses anteriores a la fecha del despido, sin perjuicio de la naturaleza plurianual de los planes de opciones sobre acciones.
El Tribunal Supremo llega a esta conclusión sobre la base de que el periodo que se está retribuyendo al empleado es aquel que va desde la fecha de concesión hasta la fecha de ejercicio, por lo que el beneficio obtenido no debe imputarse únicamente a un único año, sino que debe prorratearse entre todo el periodo que se está retribuyendo.
El criterio del «prorrateo» lo han utilizado varios Tribunales Superiores de Justicia 15 para determinar el salario regulador de la indemnización por despido. Por citar alguno de los pronunciamientos más recientes, la sentencia del Tribunal Superior de Justicia de Cataluña de 24 de mayo de 2013 analiza un plan de stock optionsy concluye que «en suma, la diferencia entre el precio de la acción en el mercado en el momento del ejercicio de la opción y el precio de ejercicio de ese derecho, ha de prorratearse entre el número de años del periodo de maduración [periodo de generación], incluyéndose [en el salario regulador] solo la parte correspondiente al último año trabajado por el trabajador despedido».
15 Algunas de estas sentencias son (todas de las Salas de lo Social correspondientes): la STSJ de Cataluña de 24 de mayo de 2013 , la STSJ de Castilla y León, Burgos, de 22 de abril de 2010 , la STSJ de Navarra de 20 de marzo de 2009 , la STSJ de Madrid de 27 de noviembre de 2009 o la STSJ de Madrid de 30 de septiembre de 2008 .
Asimismo, la resolución recién mencionada determina que «las opciones retribuyen el trabajo realizado por el empleado durante el periodo de maduración de las acciones desde su concesión, de modo que se computarán únicamente la parte de stock options devengadas como consecuencia de la prestación de servicios durante el año inmediatamente anterior al despido, desechándose los devengos que se hubieran liquidado en el año anterior al despido pero que sean compensación por prestación de servicios en periodo anteriores a ese año ».
En el mismo sentido falla la sentencia de la Sala de lo Social del Tribunal Superior de Justicia de País Vasco de 16 de septiembre de 2014 , con cita en la sentencia de la Sala de los Social del Tribunal Supremo de 3 de junio de 2008 , cuando establece que «debe determinarse qué periodo […] se está remunerando y por consiguiente debe distribuirse proporcionalmente a dicho periodo si es superior a un año (…)».
3.3 . Cómputo de las stock options en el salario regulador de la indemnización por despido antes de su periodo de maduración.
Una de las cuestiones que más litigiosidad genera es la interpretación de las cláusulas de los planes de opciones sobre acciones en relación con los siguientes aspectos:
La inclusión del despido reconocido como improcedente en aquellos supuestos regulados en los planes como salidas «ajenas a la voluntad del trabajador»(situaciones como la jubilación, incapacidad, etc.); y.
La relevancia que ha adquirido la fecha en la que dicho despido improcedente ocurre respecto de la fecha de maduración de las opciones sobre acciones y la vinculación con el ánimo defraudador del empleador para impedir el devengo de los beneficios ligados a las stock options.
3.3.1 . Cómputo de las stock options en la indemnización por despido en despidos procedentes.
Es habitual que los planes de opciones sobre acciones establezcan que los despidos procedentes no generan a favor del empleado despedido el derecho a recibir las stock options. Sobre este particular no se suscitan dudas interpretativas.
3.3.2 . Cómputo de las stock options en la indemnización por despido en despidos improcedentes.
3.3.2.1 . Equiparación del despido improcedente a las causas de terminación de la relación laboral ajenas a la voluntad del trabajador.
Los planes de opciones sobre acciones generalmente establecen que para tener derecho a ejercitar las opciones sobre acciones es imprescindible ser empleado en activo en la empresa en el momento en el que dichas opciones maduran y, en consecuencia, son ejercitables. Este contenido es coherente con la finalidad última de estos sistemas retributivos a medio plazo. Sensu contrario, el empleado perdería el derecho a recibir beneficios por opciones sobre acciones que no hubieran madurado antes de la finalización de la relación laboral (p. ej., por la vía de la baja voluntaria).
Como excepción a lo anterior, los planes de stock optionspueden incorporar una cláusula de «rescate» en virtud de la cual, si el trabajador no continúa en la empresa por determinadas circunstancias (i. e., jubilación, incapacidad, muerte, etc.) aquellas opciones sobre acciones no maduras no se perderán automáticamente sino que podrán ser ejercitadas en el plazo que se determine en cada plan.
La controversia surge en aquellos supuestos en los que el plan correspondiente noincluye ninguna previsión concreta reguladora de las extinciones contractuales.
En esos casos, el debate consiste en determinar si, un despido reconocido como improcedente por el empleador se entiende como un supuesto que niega al trabajador obtener beneficios de las stock optionsno maduras o, si por el contrario, se pudiera entender que tal extinción contraria al ordenamiento legal laboral (improcedente, reconocido así por la empresa) podría encuadrarse en el grupo de extinciones «ajenas a la voluntad del trabajador», como se denomina a circunstancias tales como la jubilación, la incapacidad o la muerte del trabajador.
Hasta la muy relevante sentencia del Tribunal Supremo de 3 de mayo de 2012 , en la que se profundizará más adelante, tanto empresas como trabajadores habían asumido una suerte de automatismo en la concesión de los beneficios de los planes de stock optionsque el empleador negaba con el argumento de que el despido improcedente del trabajador se había producido con anterioridad a que hubiesen madurado las opciones sobre acciones solicitadas.
El razonamiento se basa en que el empleador no se puede prevaler de una circunstancia que él mismo había reconocido como ilícita (reconocimiento del despido como improcedente) para rechazar el devengo de esos importes asociados a los planes de opciones sobre acciones que, con su actuación contraria al ordenamiento, había impedido recibir al trabajador 16 .
16 El razonamiento de las sentencias de referencia a este respecto, de la Sala de lo Social del Tribunal Supremo de 24 de octubre de 2001 y del 15 de julio de 2009 es el que sigue: «como tal obligación sujeta a plazo[las opciones sobre acciones], su materialización sólo será possível en el momento em que se cumpre o t & eacute; rmino, pues ser & aacute; O titular do direito é o que está em um momento decida e exerça o no. O problema surge quando, como ocurre en este caso, o trabalhador não está a ser encontrado na empresa. Pero a diferencia con lo que sucede con el cese voluntario o el despido procedente, el improcedente admitido como tal por la empresa y practicado unos meses antes de que el trabajador pudiese ejercitar ese derecho de opción, no puede constituir un hecho indiferente a estos efectos y ha de ser valorado como una conducta unilateral de la obligada por la oferta de opción [la empresa] para situarse en condiciones tales que se impide, o al menos se trata de impedir, el ejercicio de tal derecho (…), se trata de dejar sin efecto las obligaciones contraídas en el momento de las suscripción del contrato de opción».
Como respuesta a estas prácticas empresariales, multitud de sentencias 17 concluyeron que el despido improcedente del trabajador debía equipararse a aquellas situaciones reguladas en los planes de opciones sobre acciones como «finalización del contrato por causas ajenas a la voluntad del trabajador» (p. ej., incapacidad, muerte, jubilación, etc.), que sí otorgaban al trabajador la posibilidad de obtener los beneficios asociados al plan siempre que se ejercitasen en determinado plazo. Como & iacute; se expresan literalmente las sentencias más significativas (vid. nota al pie 16):
17 Entre las más representativas, las mencionadas en la nota al pie anterior.
«Por ello, ha de equipararse esa situación[el despido improcedente] a aquellas otras previstas en las estipulaciones pactadas en las que por causas ajenas a la voluntad del trabajador, como el fallecimiento, la incapacidad y, en menor medida, la jubilación, se permite al titular o sus herederos ejercitar el derecho, dejando siempre claramente dicho que sólo cabe ejercitar la opción cuando haya vencido el término, no en el momento en que acaece la contingencia contemplada. La razón ha de hallarse en el hecho de que la empresa no puede unilateralmente neutralizar, dejar sin efecto el contrato de opción válidamente suscrito sin una causa contractualmente lícita, y, menos aún, con causa reconocidamente no ajustada a derecho, pues de esa forma infringiría el artículo 1256 del Código Civil » 18 .
18 El artículo 1256 del Código Civil establece lo siguiente: «La validez y el cumplimiento de los contratos no pueden dejarse al arbitrio de uno de los contratantes».
El impacto económico del reconocimiento del derecho a recibir los beneficios del plan de stock optionsvinculado, precisamente, con la extinción de la relación laboral, podía tener un impacto muy importante en el cómputo del salario regulador de la indemnización por despido.
3.3.2.2 . La importante sentencia del Tribunal Supremo, Sala de lo Social, de 3 de mayo de 2012 . La relevancia de la literalidad del plan de stock options y la valoración del ánimo «defraudador» del empresario en función de la cercanía del despido improcedente con la maduración de las opciones sobre acciones.
La sentencia de 3 de mayo de 2012 , dictada en unificación de doctrina por la Sala de lo Social del Tribunal Supremo —«caso Alstom»— ha reinterpretado la doctrina jurisprudencial consolidada en las sentencias del 2001 y del 2009 del propio Tribunal Supremo (vid. nota al pie 16).
El pronunciamiento del caso Alstom analiza si un trabajador tenía derecho a ejercitar unas stock optionsque aún no habían madurado cuando cesó en la empresa por despido reconocido como improcedente por el empleador. La opción de compra de las acciones no era ejercitable hasta después de transcurridos más de dos años desde la fecha en la que se produjo el despido.
Es preciso resaltar que en el plan de opciones sobre acciones se establecía que perdían el derecho a ejercitar lasstock options los empleados que, entre otros casos, hubieren visto «extinguido su contrato de trabajo» por la empresa.
Hay que destacar que el Tribunal Supremo otorga gran relevancia a laliteralidaddel plan de opciones sobre acciones del caso Alstom que establecía la pérdida del derecho de «los beneficiarios cuyo contrato de trabajo sea rescindido o revocado por el grupo (…)».Esta literalidad, según reconoce el propio Alto Tribunal, incluye el los ceses reconocidos como despido improcedente.
Por lo tanto, según la doctrina recogida en el caso Alstom, no se puede entender que, de conformidad con las previsiones del plan, el despido improcedente fuera un supuesto no regulado en el plan y asimilable a los supuestos de «extinción por causas ajenas a la voluntad del trabajador» que generalmente otorgan una posibilidad de ejercitar las stock options(maduración acelerada). En tanto que expresamente contemplado en el plan de stock options, a su literalidad habría que estar.
Así, el pronunciamiento del caso Alstom concluyó que la compañía actúo conforme al plan de stock optionscuando denegó al trabajador despedido (reconocido como improcedente) el ejercicio de las opciones sobre acciones que no habían madurado en la fecha de la extinción.
Asimismo, cabe reseñar que en el caso Alstom se descarta la infracción del artículo 1.256 del Código Civil alegada por el trabajador, al no considerarse que la actuación empresarial suponga dejar la validez o el cumplimiento del contrato al arbitrio de una de las partes contratantes. Por un lado, el plan de stock optionsenjuiciado exigía que el trabajador se encontrase prestando servicios en la empresa cuando pretendiera ejercitar las stock options. Por otro lado, en el caso de autos se consideró que no existió la voluntad de la empresa de impedir el ejercicio de las opciones sobre acciones con el despido, ya que el despido tuvo lugar siete meses despuésde la suscripción del plan y más de dos años antesde la fecha del ejercicio de la opción sobre las acciones. A la vista de estos hechos, el Tribunal Supremo concluye que en el caso Alstom el trabajador perdió la posibilidad de ejercitar el derecho de opción para la adquisición de acciones tras la extinción de su contrato de trabajo.
A la vista de lo anterior, las principales conclusiones que se extraen del caso Alstom son:
Se matiza el «automatismo» (mencionado en el apartado 3.3.2.1 anterior) que vinculaba el despido improcedente con el consiguiente ejercicio de las opciones sobre acciones no maduradas denegadas por el empresario.
Se otorga gran relevancia a la literalidad del plan de opciones sobre acciones, convalidando la validez de cláusulas del plan que habilitan al empresario a negar el derecho a ejercitar stock optionsincluso si la extinción es reconocidamente ilícita (despido improcedente).
Lo relevante a estos efectos es que los empleadores protejan sus intereses incorporando expresamente en el plan de stock optionsla pérdida del derecho a ejercitar las opciones de los beneficiarios cuyo «contrato de trabajo sea rescindido o revocado»,en términos similares a los de la sentencia de la Sala de lo Social del Tribunal Supremo de 3 de mayo de 2012 .
Toda extinción de un contrato de trabajo que tuviera otorgadas stock optionsexigirá analizar la voluntad de la empresa de impedir su ejercicio según el momento en el que se produce el despido respecto de la maduración de las opciones sobre acciones.
Por tanto, en los supuestos en los que la regulación del plan de stock optionsdetermine expresamente la pérdida del derecho a ejercitar las opciones de los beneficiarios cuyo «contrato de trabajo sea rescindido o revocado»(como en el caso Alstom) podría cuestionarse la aplicación cuando el despido improcedente se produce sólo «unos meses antes»de que el trabajador pueda ejercitar ese derecho de opción.
Esta circunstancia podría ser considerada una evidencia de que la empresa ha despedido al trabajador con el fin de impedir que ejercite sus opciones sobre acciones. Tal situación sí podría ser valorada como una conducta unilateral de la empresa para hacer imposible el ejercicio del derecho de opción sobre la acción y, en ese supuesto, sí contravendría el artículo 1.256 del Código Civil.
3.4 . Pronunciamientos judiciales recientes que aplican la última doctrina de la sentencia del Tribunal Supremo de 3 de mayo de 2012 (caso Alstom)
A continuación se sintetiza el reflejo de la relevante sentencia del Tribunal Supremo en el caso Alstom en la jurisprudencia menor:
La sentencia de la Sala de lo Social del Tribunal Superior de Justicia de Madrid, de 7 de febrero de 2014 enjuicia un supuesto en el que el Director de Recursos Humanos de una sociedad fue despedido mediante despido reconocido improcedente. Durante la relación laboral, al actor le fueron concedidas opciones sobre acciones cuyos planes establecían expresamente que «las opciones que en el momento de la extinción de la relación laboral están concedidas, pero no ha llegado aún la fecha de maduración, caducan, ya no podrán ejercitarse nunca (…)».
El tribunal concluye que la empresa se ha atenido al pacto de opción que contiene los elementos que regulan la realización del derecho de stock options, «sin que evidenciemos una conducta[de la empresa], manifiesta o encubierta, de malograr el derecho del actor, ya que, si bien se mira, aquellas opciones que en el momento de la extinción del contrato, 30 de junio de 2008, están concedidas, pero no ha llegado la fecha de maduración, conforme a la cláusula 7ª del plan maestro pactado, caducan, ya no pueden ser ejercitadas nunca».
La sentencia de la Sala de lo Social del Tribunal Superior de Justicia de Andalucía de 20 de diciembre de 2012 analiza la petición de unos trabajadores que habían causado baja voluntaria en la empresa que les había concedido unos derechos de opción sobre acciones.
El plan que regulaba el funcionamiento de las stock optionsdisponía que en el caso de que un beneficiario de una opción de compra «dejara de ser trabajador de la sociedad por cualquier motivo, el saldo de la opción que aún no haya sido ejercitado a la fecha del acto que constate la decisión relativa a su marcha, ya no podrá serlo a partir de dicha fecha y el interesado no tendrá derecho a indemnización alguna».
Con cita en la sentencia del Tribunal Supremo del caso Alstom, el tribunal andaluz alcanza el convencimiento de que este clausulado es ejecutable al haber cesado los actores voluntariamente en la empresa, por lo que «no existe una voluntad empresarial de impedirles el ejercicio del derecho de opción de compra (…); el derecho no llega a consolidarse por no darse uno de los requisitos necesarios para su devengo que es la permanencia de la vinculación con la empresa, ya que este derecho a la compra preferente de acciones premia la fidelización del trabajador con la empresa, y su participación en la buena marcha de la misma y en la obtención de los beneficios, que en este caso desaparece con la baja voluntaria de los demandantes en la empresa (…)».
La sentencia del Tribunal Superior de Justicia de Madrid (Sala de lo Social) de 9 de enero de 2015 toma de referencia la doctrina del caso Alstom en un supuesto de entrega de tres planes de opciones sobre acciones concedidos de manera consecutiva y que vencían, también, en años consecutivos.
El tribunal considera que, ante la ausencia específica de regulación en el plan de stock optionsacerca del ejercicio de las opciones en el caso de despidos improcedentes, dicha situación sí debe asimilarse a los supuestos de extinción de la relación previstos en los planes de stock optionspor causas no imputables a la voluntad del trabajador (jubilación, fallecimiento, lesión personal, incapacidad laboral o discapacidad), según los cuales no se pierde el derecho de opción sobre acciones no maduras siempre que se ejerciten en los siguientes tres meses al cese en la empresa por esos motivos. Sin negar el ejercicio de la opción sobre la acción, el Tribunal concluye que el actor debió haber ejercitado sus derechos vinculados con las opciones sobre acciones en los tres meses siguientes al cese.
Por otro lado, entiende el Tribunal que el hecho de que el despido del actor fuese ochos meses antesde que madurasen las acciones correspondientes (es decir, habían transcurrido dos años y cuatro meses desde que dicho plan se había otorgado) no es evidencia de la voluntad de la empresa de impedir el ejercicio de las opciones sobre acciones del empleado.
Con respecto a este particular, podría cuestionarse la consistencia de este pronunciamiento con la doctrina del caso Alstom, dado que ante el escaso plazo de tiempo entre el despido improcedente y la fecha de maduración del plan podría valorarse un ánimo defraudatorio por parte del empleador. Así, en el supuesto del pronunciamiento del caso Alstom, se extingue la relación laboral cuando únicamente habían transcurrido siete meses desde la suscripción del plan y quedaban aún dos años y 6 meses hasta que las opciones madurasen. Sin embargo, la sentencia de la Sala de lo Social del Tribunal Superior de Justicia de Madrid analizada resuelve un supuesto en el que ya habían transcurridodos años y cuatro meses desde que el plan de stock optionsse otorgó y únicamente restabanocho meses hasta que las acciones correspondientes a dicho plan madurasen y pudieran ejercitarse.
A la vista de lo anterior, cabe plantearse cuál es la fecha «límite» a partir de la cual una empresa evidencia su ánimo de impedir que el trabajador ejercite sus derechos vinculados a un plan de stock options.

'Stock options' y despido improcedente.
Los problemas de las opciones sobre acciones, las stock options, que tantas turbulencias provocaron en el pasado, fueron finalmente finiquitadas por dos sentencias del Tribunal Supremo en las que se declaró su vinculación con la actividad laboral y, por consiguiente, su naturaleza salarial. Desde entonces, a través de distintas resoluciones, el alto tribunal ha ido solventado todas las controversias que esta compleja figura ha ido suscitando en el ámbito jurídico.
Entre tales cuestiones podemos mencionar la relativa al ejercicio del derecho de la opción sobre las acciones, cuando el trabajador ya no forma parte de la plantilla, por haber sido objeto de un despido, reconocido por la empresa como "improcedente". Una reciente sentencia del pasado mes de julio ha venido a incidir sobre este tema.
La empresa no puede negar al trabajador con el despido su derecho al ejercicio de las opciones.
El problema se plantea cuando el plazo para el ejercicio de dicho derecho se inicia con posterioridad al momento en el que la relación que unía al trabajador con la empresa ha concluido y el plan que regula las stock options exige inexcusablemente que el trabajador forme parte integrante de la plantilla para poder proceder a tal ejercicio.
En estos casos, la doctrina del Tribunal Supremo es concluyente: la empresa no puede negar al trabajador el derecho al ejercicio de las opciones. La razón estriba en el hecho de que la empresa no puede unilateralmente "neutralizar", dejar sin efecto, un contrato de opción válidamente suscrito sin una causa contractualmente lícita, y, menos aún, por una causa que ha reconocido como "improcedente", no ajustada a derecho. Admitir esto supondría contravenir una de las reglas fundamentales del derecho civil, la que establece que "no se puede dejar al arbitrio de uno de los contratantes el cumplimiento de los contratos".
Considera al respecto el tribunal, que el despido "improcedente", admitido como tal por la empresa y practicado unos meses antes de que el trabajador pudiese ejercitar el derecho de opción, no puede constituir un hecho indiferente, y ha de ser valorado como una conducta unilateral de la obligada por la oferta de opción para situarse en condiciones tales que se impide, o al menos se trata de impedir, el ejercicio de tal derecho.
Por todo ello concluye que el despido improcedente deberá equipararse a las situaciones pactadas en el plan, en las que la baja tiene lugar por causas ajenas a la voluntad del trabajador, por lo que, llegado el plazo, deberá permitirse al "antiguo" trabajador, el ejercicio de la opción.
* Este artículo apareció en la edición impresa del Domingo, 25 de octubre de 2009.
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Stock options y cуmputo de la indemnizaciуn por despido. STS (4Є) de 3 de junio de 2008.
Juan Reyes Herreros,
abogado de Urнa Menйndez.
Después de varios años desde que la sentencia de unificación de doctrina del Tribunal Supremo (" STS ") de 24 de octubre de 2001 estableciese, entre otras cuestiones relevantes en materia de "opciones sobre acciones" o "stock options", la naturaleza salarial de tales stock options susceptible de valoración a efectos de cuantificar la indemnización por despido, finalmente la STS de 3 de junio de 2008 ha unificado doctrina en cuanto al modo de llevar a cabo tal valoración para el cálculo de la indemnización por despido.
Como es sabido, mediante los planes de stock options (que pretenden incentivar la permanencia del trabajador así como aumentar el rendimiento del trabajador para una mayor generación de beneficios) la empresa concede al trabajador un derecho de adquisición de acciones de la sociedad a un precio predeterminado pudiendo ejercitarse tal derecho una vez haya transcurrido un período de tiempo previamente fijado.
En primer lugar, la STS de 3 de junio de 2008 (como ya se afirmó en las STS de 26 de enero de 2006 y 1 de octubre de 2002) considera salario a efectos laborales la cantidad "constituida por la diferencia entre el precio de la acción en el mercado en el momento de adquisición y el precio de ejercicio del derecho pactado ". En otras palabras, la diferencia de valor entre el precio de la acción en el mercado y el precio de ejercicio (esto es, el " precio especial" por el cual el trabajador puede adquirir la acción).
Hasta la STS de 3 de junio de 2008, pueden citarse tres líneas interpretativas establecidas por los Juzgados de lo Social y Tribunales Superiores de Justicia respecto al modo de concretar el beneficio derivado de las stock options a los efectos de su consideración en el cálculo de la indemnización por despido:
a) inclusión de la totalidad del beneficio obtenido por el ejercicio de stock options en los doce meses previos al despido;
b) se considera el beneficio obtenido en el momento del ejercicio (que tenga lugar dentro de los doce meses previos al despido), prorrateándose posteriormente por el período desde la fecha de concesión hasta la fecha de ejercicio de la opción por el trabajador , y, finalmente, se incluye la parte de beneficio correspondiente a los doce meses previos al despido; o.
c) se considera el beneficio correspondiente al momento en que las opciones ya estaban devengadas y el trabajador podría ejercitarlas , prorrateándose dicho beneficio por el período de devengo - desde la fecha de concesión hasta la fecha en que ya se puede ejercitar la opción y, por tanto, adquirir la acción -, e inclusión de la parte de beneficio correspondiente a los doce meses previos al despido. Como & iacute; lo entiende, entre otras, la sentencia del Tribunal Superior de Justicia de Madrid de 12 de marzo de 2008, según la cual, el momento en que debe compararse el valor de mercado de la acción y el valor de la opción de compra de dicha acción se concreta en la fecha en que tal opción puede ejercitarse, a pesar de que el trabajador posponga el ejercicio a una fecha posterior. De este modo, no se considera a efectos indemnizatorios la especulación que el trabajador decida llevar a cabo en espera de un valor de mercado superior de la acción.
La STS de 3 de junio de 2008 se decanta por la tesis mencionada en el apartado (b) anterior , ya que adopta como momento de referencia aquél en que tiene lugar la adquisición de la acción por parte del trabajador. Como & iacute; se afirma que "si consideramos que las opciones de compra de acciones tienen carácter salarial en cuanto a la diferencia entre el precio de la acción en el mercado en el momento de su adquisición y el precio del ejercicio del derecho pactado, retribuyendo el trabajo desempeñado por el trabajador, debe determinarse qué período desde su concesión a su realización por el trabajador se está remunerando, y, por consiguiente debe distribuirse proporcionalmente a dicho período si es superior a un año, pues es el período de tiempo que se remunera".
En consecuencia, la STS de 3 de junio de 2008 descarta una postura que estaba muy alejada del objetivo de las stock options (la consideración del total del beneficio obtenido sin aplicación de prorrateo de ningún tipo - apartado (a) anterior-) pero que, tal vez, en la medida en que expresamente toma como referencia el hecho de que las stock options retribuyen el trabajo desempeñado por el trabajador, debería haber concluido confirmando la tesis resumida en el apartado (c) anterior. Igualmente, una lectura detenida de la sentencia aportada de contraste (Tribunal Superior de Justicia de Madrid de 22 de febrero de 2001) podría tener cabida en la tesis interpretativa comentada en el apartado (c).
Juan Reyes Herreros,
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